segunda-feira, 18 de maio de 2015

Coxinha sem Massa da Ana Maria

 

INGREDIENTES 
1 colher (sopa) de azeite 
½ colher (sopa) de alho 
½ xícara (chá) de cebola picadinha 
500 g de peito de frango sem osso cortado em pedaços grandes 
sal e pimenta-do-reino a gosto 
¼ xícara (chá) de água 
350 g de requeijão cremoso gelado 
salsinha picadinha a gosto 
2 ovos batidos com 1 colher (sopa) de água 
farinha de rosca temperada com sal a gosto 

COMO FAZER COXINHA SEM MASSA
MODO DE PREPARO 
Numa panela de pressão com 1 colher (sopa) de azeite refogue ½ colher (sopa) de alho, ½ xícara (chá) de cebola picadinha. Acrescente 500 g de peito de frango sem osso cortado em pedaços grandes, tempere com sal e pimenta-do-reino a gosto e refogue rapidamente. Adicione ¼ xícara (chá) de água, tampe a panela e após pegar pressão conte 15 minutos. Desligue o fogo e retire a pressão da panela. 
Com a panela destampada, volte-a ao fogo médio e vá mexendo sem parar até secar toda a água e o peito de frango ficar todo desfiado. Retire a panela do fogo e deixe esfriar. Adicione 350 g de requeijão cremoso gelado, salsinha picadinha a gosto e misture rapidamente. 
Com uma colher pegue pequenas porções e modele no formato de coxinha. Passe as coxinhas em 2 ovos batidos com 1 colher (sopa) de água e em seguida na farinha de rosca temperada com sal. Depois passe novamente nos ovos batidos e na farinha de rosca. Frite as coxinhas em óleo quente até dourar. Retire e escorra em papel absorvente. Sirva em seguida. 
Fonte:
http://receitatodahora.com.br/coxinha-sem-massa-da-ana-maria/

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Autoteste de Sensibilidade ao Glúten

Autoteste para a Doença Celíaca/ Sensibilidade ao Glúten não-celíaca

Identifique quais os sintomas que se aplicam a você:

Digestivo
-Desejo de comer coisas feitas com trigo
-Barriga estufada / Gases
-Síndrome do Intestino Irritável
-Refluxo ácido
-Prisão de ventre
-Diarréia
-Falta de apetite
-Problemas de peso
-Anemia ferropriva
-Indigestão
-Náusea

Neurológico
-Dores de cabeça
-Enxaqueca
-Problemas de memória
-Confusão mental
-Falta de concentração
-TDAH ( déficit de atenção / hiperatividade )
-Dores articulares e / ou dores musculares
-Ataxia
-Fibromialgia

Hormonais
-Fadiga
-Problemas de sono
-Depressão
-Ansiedade
-Irritabilidade
-Mudanças de humor
-Problemas menstruais
-Infertilidade masculina e feminina e / ou aborto
-Problemas de tireóide
-Osteoporose ou osteopenia (você ou na sua família)

Sistema Imune
-Você tem infecções facilmente
-Congestão nasal
-Asma
-Erupção cutânea
-Eczema
-Psoríase
-Elevação das enzimas hepáticas (transaminases)
-Artrite, qualquer tipo - em você ou sua família
-História de câncer - você ou sua família
-Doença auto-imune, como diabetes, esclerose múltipla, Lupus - você ou sua família
-Doença celíaca - você ou sua família 

Se você marcou 1-3 sintomas: a sensibilidade ao glúten pode estar desempenhando algum papel em seus problemas de saúde. 
Se você marcou 4-7 sintomas: há uma possibilidade concreta de que você esteja sofrendo de sensibilidade ao glúten. 
Se você marcou 8 ou mais sintomas: a probabilidade é forte de que a sensibilidade ao glúten está tendo um efeito negativo sobre sua saúde. 


Se assim for, você não está sozinho.

O que você deve fazer agora?

Vamos discutir as duas condições possíveis que podem estar afetando a sua saúde: a doença celíaca ou sensibilidade ao glúten.
Para definir os nossos termos, usaremos o termo " intolerância ao glúten " como um termo abrangente que inclui tanto a doença celíaca e sensibilidade ao glúten não-celíaca.
A doença celíaca é uma das doenças mais comuns ao longo da vida na Europa e nos Estados Unidos. 1% da população sofre e esse percentual aumenta com a idade de quatro vezes a 4%, tornando-se extremamente comum.
Alguém poderia pensar que uma desordem comum foi bem diagnosticada em um sistema médico avançado como o nosso. Infelizmente isso não é verdade em todos os casos. Apenas 5 - 10% de todas aquelas pessoas que sofrem da doença são diagnosticados. E para adicionar outros dados, aquelas pessoas que são diagnosticadas, levam em média cerca de 10 anos para receber seu diagnóstico.

Por que a maioria dos Celíacos permanecem sem diagnóstico?

Há algumas respostas possíveis:
• Vivemos em uma sociedade impulsionada po remédios, que gosta de engolir uma pílula e fazer com que os sintomas desapareçam. A doença celíaca pode ser tratada somente com uma mudança na dieta e não é fácil. Não há nenhum remédio para fazer os sintomas da doença celíaca desaparecerem.

• Os médicos neste país não estão focados na dieta e estilo de vida. Eles não gostam de dizer aos seus pacientes para fazer mudanças na dieta. Eles são treinados para dar os medicamentos que fazem o seu paciente "sentir-se" diferente rapidamente.

• As empresas farmacêuticas neste país financiam mais de 70% de toda a pesquisa realizada. Com dieta sendo a única "cura" para a doença celíaca que conhecemos, definitivamente não é uma doença que as empresas farmacêuticas queiram gastar muito tempo e dinheiro pesquisando.

• O teste que tem sido usado como o "padrão ouro" para a doença celíaca ( endoscopia digestiva alta com biopsia) não é muito sensível. Isto significa que muitas pessoas dizem que o glúten não é o seu problema quando ele É. O teste, uma biópsia intestinal, exige que haja uma quantidade tremenda de danos nas paredes do duodeno para dar positivo.

• Os médicos são tradicionais em suas práticas e só recentemente se tornou evidente como a doença celíaca é comum. A maioria deles foram treinados, erroneamente, que a doença celíaca é rara e que os pacientes apresentam sintomas de dor abdominal, diarreia grave e perda de peso. Sabe-se agora que a maioria dos pacientes com doença celíaca não terá sintomas, mas mudar a forma como os médicos pensam é coisa que ocorre lentamente.

Causas à parte, os fatos permanecem os mesmos - mais de 90% das pessoas que sofrem de doença celíaca - uma doença comum - permanecem sem diagnóstico e com sofrimento.


O que é sensibilidade ao glúten?

Sensibilidade ao glúten é uma condição muito comum que afeta de 8 a 40 vezes mais pessoas do que aqueles afetados pela doença celíaca. Então, por que "todo mundo" não sabe sobre isso? Porque só recentemente é que foi admitido que legitimamente isso existe.

Na verdade, quando Petersen escreveu "O Efeito Glúten" em 2009, afirmou informações sobre glúten que não eram de todo aceitas pela comunidade celíaca e investigadores de renome. Na verdade, no momento da sua publicação, o pensamento predominante era que aqueles que "pareciam" estar reagindo ao glúten, mas que não tinham a doença celíaca, provavelmente estavam equivocados e talvez sofrendo de um "efeito placebo" de algum tipo.

Que diferença poucos meses podem fazer! Até o final de 2009 e que continuou em 2010 e 2011, resultados de pesquisas cada vez mais têm demonstrado que a sensibilidade ao glúten não é apenas uma condição muito real, mas que está afetando a saúde de milhões de pessoas inocentes de todas as idades.

Sensibilidade ao glúten não-celíaca é muito mais comum do que a doença celíaca.

Embora as estimativas variem, a incidência de sensibilidade ao glúten em nossa população parece estar em algum lugar entre 8% e 40%. Por que a grande variação? Só recentemente começaram a ocorrer pesquisa sobre a sensibilidade ao glúten.

Como um exemplo de quanto tempo pode demorar para se obter um conjunto de informações sobre uma doença, a pesquisa sobre a doença celíaca vem ocorrendo há décadas, mas demorou até 2010 para descobrir que a incidência de celíacos na verdade aumentou com a idade a partir de 1% a 4 %.

Este é um aumento de 400% em uma doença que foi pensada para ser puramente genética - o que significa que nasceu com ela ou você não é.

Foi um enorme avanço para descobrir que fatores dietéticos e de estilo de vida, além de um gene para a doença celíaca, foram necessários para "ligar" o gene que produz uma intolerância ao glúten.


Fonte:http://dietasemgluten.blogspot.com.br/p/autoteste-de-sensibilidade-ao-gluten.html

segunda-feira, 11 de maio de 2015

DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE DOENÇA CELÍACA


DÚVIDAS FREQUENTES SOBRE DOENÇA CELÍACA

O que é a Doença Celíaca?
É uma doença causada pela intolerância ao glúten, de origem imunológica e genética que acomete a mucosa do intestino delgado causando a sua atrofia e, por conseqüência, dificultando a absorção de nutrientes. É uma doença permanente (para toda a vida).

Acabei de ser diagnosticado como  Celíaco. O que fazer?
Passado o choque inicial e a angústia causada pela avalanche de dúvidas quanto ao futuro, deve-se adotar uma atitude positiva e encontrar a melhor maneira de conviver com a doença. Vai haver uma mudança na sua rotina e aparecerão vários desafios, mas não  é o fim do mundo. O conhecimento da DC vem aumentando  rapidamente nos últimos anos, o que torna o convívio com ela mais fácil. Além disso, cada dia, mais e mais pessoas descobrem que são celíacas. O controle da doença vai depender exclusivamente de você.

O que é o glúten e onde ele  está presente?
O glúten é a proteína do trigo que se divide em gliadina e glutenina. A gliadina é a fração envolvida na DC. Há outras proteínas quimicamente semelhantes à gliadina que são a hordeína (cevada) e a secalina (centeio) que não são exatamente glúten, mas são consideradas como tal porque são tóxicas para as pessoas com DC.

Em que faixa etária ela surge?
A Doença Celíaca acomete indivíduos de qualquer idade e de ambos os sexos, com predomínio do feminino(3:1). A prevalência na população geral é em torno de 1/400 pessoas.

Por que algumas pessoas manifestam a doença na infância e outras na idade adulta?
A pessoa já nasce com a predisposição genética para desenvolver a doença, porém não se sabe em que momento irá manifestá-la. Não há, até o momento, medidas conhecidas que evitem ou retardem os sintomas.

Qual o tempo necessário para recuperação da mucosa após iniciar dieta sem glúten?
Após suspensão do glúten da dieta, a recuperação da mucosa inicia-se imediatamente, mas o tempo para o total restabelecimento anatômico da mucosa leva vários meses (1 a 2 anos em média).

Qual segmento do intestino é mais atingido na Doença Celíaca?
A parte mais afetada pela doença é a porção inicial do intestino delgado (jejuno),  mas ela pode se estender distalmente . Quanto maior o segmento afetado, maior será o distúrbio de absorção.

Qual é a origem da anemia e da osteoporose na DC?
A anemia decorre da absorção insuficiente de ferro e ácido fólico (componentes da hemoglobina, que forma o glóbulo vermelho) e a osteoporose resulta da má-absorção de cálcio (elemento que dá consistência ao osso).

Quais são os sintomas mais comuns?
A Doença Celíaca não tem sintomas específicos e muitas vezes tem sintomas muito discretos.Os mais freqüentes são crises de diarréia, excesso de gases intestinais, desconforto abdominal, fadiga, dor de cabeça, etc. Nas mulheres  pode haver irregularidades menstruais.

O paciente celíaco tem maior probabilidade de desenvolver alguma doença maligna?
Se o paciente adotar e seguir a dieta sem glúten à risca a probabilidade é igual à da população em geral, porém se não aderir à dieta (em outras palavras, se não seguir o tratamento) aumentará sua chance de desenvolver uma neoplasia.

Quais são os testes imunológicos disponíveis para a detecção da Doença Celíaca?
O primeiro teste a surgir foi o anticorpo anti-gliadina, porém atualmente dá-se preferência ao anticorpo anti-endomísio ou anti-transglutaminase tecidual que são mais sensíveis  e específicos para  a doença.

Pode existir Doença Celíaca sem sintomas?
Sim. Indivíduos assintomáticos, mas com anemia ou osteoporose (ou osteopenia) devem ser investigados, pois podem estar apresentando conseqüências da má-absorção de ferro e cálcio.

Qual é a associação entre infertilidade e DC?
As mulheres com Doença Celíaca não tratada costumam ter mais irregularidades menstruais, dificuldade para engravidar e manter a gestação. O índice de abortamento também é maior.

Como ocorre a atrofia da mucosa intestinal na DC?
Nas doenças autoimunes o nosso sistema imunológico agride células do próprio organismo como se fossem entranhas. Qualquer tecido pode ser ‘vítima’, como o fígado(hepatite), tireóide(tireoidite), articulações(artrites), etc. Na DC o sistema imunológico destrói a mucosa intestinal após o contato com o glúten.

Existe algum medicamento para tratar a Doença Celíaca?
Não. O tratamento é puramente dietético. Entretanto, deve-se repor os nutrientes que estão em níveis baixos.

Ocorre normalização dos exames laboratoriais com o controle dietético?
Sim, todos os nutrientes voltam aos níveis normais, os anticorpos se tornam negativos e a mucosa intestinal volta a apresentar seu aspecto anatômico habitual após alguns meses (às vezes anos) de dieta sem glúten.

Como saber se determinado produto contém ou não glúten?
Primeiramente deve-se ler o rótulo do produto. Se não houver menção quanto à presença do glúten, deve-se entrar em contado com o fabricante e pedir informações a respeito.


Qual é o papel da genética na Doença Celíaca?
A predisposição genética tem um papel importante, havendo genes responsáveis pela transmissão da doença. Noventa e cinco por  cento dos pacientes celíacos apresentam o gene HLA-DQ2 localizado no cromossomo 6. Na população geral ele está presente em apenas 30%.

Quais líquidos os celíacos podem beber com segurança?
Água, leite, chá, sucos naturais e refrigerantes. Cuidado com os achocolatados, pois  a maioria contém glúten (leia o rótulo para se certificar).

Quais  bebidas alcoólicas os celíacos podem beber?
Vinho (feito da uva), aguardente de cana (como o nome diz: é feito de cana de açúcar), rum (destilação do melaço), vermute e conhaque (derivados do vinho) e quentão (feito com aguardente, gengibre, cravo da Índia e canela)

Quais bebidas alcoólicas os celíacos não podem beber?
O uísque, o gim e a vodka sofrem destilação várias vezes, o que teoricamente elimina o glúten.  Leia o rótulo do produto para ver se contém a menção  Não contém glúten.

Para quem gosta de cerveja, existe alguma opção aqui no Brasil?
Sim, temos cervejas importadas que são apropriadas para celíacos, pois possuem em torno de 6 ppm (partes por milhão) de glúten e têm teor alcoólico igual às demais cervejas (5%).

Sabendo-se que vários alimentos para celíacos contêm traços de glúten, qual o limite aceitável para o consumo seguro?
Recomenda-se um teor máximo de 20mg de glúten por kg (20 ppm). Esses valores, na verdade, representam apenas vestígios de glúten. Para se ter uma idéia, o pão normal contém  em torno de 100g de glúten por kg (isto é, 10% do seu peso é de glúten).

Quem deve ser pesquisado para Doença Celíaca?
Qualquer pessoa que apresente os sintomas ou sinais descritos acima e todos os parentes diretos (pais, irmãos e filhos) dos pacientes celíacos. O risco de um parente ter a doença é de 1/10 enquanto que na população geral é de 1/400.

A mulher que é portadora de DC pode interromper a dieta sem glúten durante a gravidez?
Não. Em nenhuma ocasião o celíaco  pode interromper a dieta. Tem que haver muita disciplina e consciência por parte do paciente, pois a doença é silenciosa, embora tenha suas complicações no futuro para quem não a trata.

A portadora de Doença Celíaca pode amamentar?
Sim. Normalmente. Não há contra-indicação.


As pessoas celíacas podem praticar esportes?
Sim. O único cuidado é checar previamente a densidade óssea (nos adultos), pois se houver osteopenia (ou osteoporose), o risco de uma fratura - em um impacto - é maior.


A DC passa de pessoa para pessoa?
Não. Não passa através do sangue, sexo, secreções ou qualquer contato com as pessoas.

O que é a classificação de Marsh?
É uma classificação histológica (microscópica) do estado da mucosa intestinal no que se refere à Doença Celíaca. Ela leva em conta o grau de atrofia e a presença de células inflamatórias. Sua graduação vai de 0 (normal) a 3 (3a, 3b, 3c). O estágio 3c significa atrofia total.
Mesmo no grau mais avançado de atrofia pode haver regressão para o normal com a dieta sem glúten.

O contato do glúten com a pele do celíaco pode causar problemas?
Não. Para ativar a doença o glúten tem que entrar em contato com a mucosa intestinal. O contato eventual com a pele  -como o manuseio de produtos que contenham glúten – não oferece riscos. Por outro lado, não é aconselhável que um celíaco trabalhe como padeiro ou confeiteiro, pois a exposição seria muito grande e a chance de contaminação também.

A positividade do anticorpo anti-endomísio unicamente já estabelece o diagnóstico de DC?
Não. É preciso o laudo anátomo-patológico proveniente da análise da biópsia duodenal que mostrará atrofia da mucosa e aumento das criptas. O diagnóstico se baseia nesses dois exames.

Como a gliadina provoca reação no intestino?
Normalmente quando ingerimos proteínas, estas são “quebradas”  no estômago e intestino formando aminoácidos ou dipeptídeos (moléculas com 2 aminoácidos) que são absorvidos.
A molécula de glúten é resistente às enzimas que “quebram” as proteínas e como resultado, “sobra” uma cadeia de 33 aminoácidos que é a fração tóxica (gliadina). Essa molécula se aloja sob as células da mucosa onde estão as vilosidades e algumas pessoas (celíacos) desenvolvem uma reação imunológica contra a gliadina e destroem a mucosa (onde está aderida a gliadina).

Podemos considerar a Doença Celíaca uma alergia alimentar?
A alergia alimentar é uma reação rápida do sistema imunológico que produz anticorpos (imunoglobulina E) contra alguma substância estranha (antígeno). Os anticorpos  circulantes é que causam a reação alérgica.
Na Doença Celíaca existe uma reação imunológica tardia. Não é considerada alergia alimentar.


Qual a relação entre Doença Celíaca e Dermatite Herpetiforme?
A dermatite herpetiforme é uma forma de apresentação da doença celíaca em que existe irritação da pele com vermelhidão (hiperemia) e formação de bolhas.Ocorre principalmente nos cotovelos e nos joelhos. Ela tende a ceder com a dieta sem glúten.

A Dermatite Herpetiforme é uma manifestação freqüente?
Não. Ela ocorre em uma pequena porcentagem de pacientes celíacos. É mais freqüente no sexo masculino (2:1) e na idade adulta. É muito rara na criança.


Após aderir à dieta sem glúten, quando devo repetir a biópsia duodenal para verificar  se houve normalização?
A biópsia de controle não deve ser feita antes de 2 anos. O processo de regeneração da mucosa é lento e pode levar até 3 anos para haver recuperação total.

Meu filho é celíaco e vou levá-lo a uma festa de um amigo. Como administrar a situação e evitar os alimentos proibidos?
Primeiramente, seria interessante ele comer alguma coisa em casa para não chegar na festa com muita fome. Na festa ele poderá comer: gelatinas, goiabada, beijinho, cajuzinho, pudim de leite condensado, quindim, pão de queijo, biscoito de polvilho, milho, pipoca, queijo, etc. Não poderá comer: salgadinhos (coxinha, empada, croquete), pastéis, sanduíches, bolachas e bolos. Vale a pena conversar com o anfitrião sobre a questão.

Como agir com relação à escola de meu filho que é celíaco?
A direção da escola deve ser informada sobre a condição de seu filho. Devido ao fato da Doença Celíaca ser pouco conhecida, vale a pena apresentar algum artigo explicativo sobre a doença. Isso evitará questionamentos e mal entendidos.

Qual a relação entre DC e intolerância à lactose?
Normalmente a lactose é ‘quebrada’ pela ação de uma enzima chamada lactase, a qual é produzida nas células intestinais. Como na DC existe um dano na célula intestinal, a produção de lactase fica prejudicada e, como conseqüência, há dificuldade na absorção da lactose. Essa deficiência melhora com a dieta e, posteriormente o leite poderá ser reintroduzido.


Tenho todos os sintomas da Doença Celíaca. Posso iniciar a dieta sem glúten por minha conta?
Não deve.  Antes de iniciar a dieta deve-se confirmar o diagnóstico através dos exames adequados. Após a confirmação o paciente deverá ser bastante rigoroso e disciplinado por toda a vida. A adesão à uma dieta sem glúten de forma prematura poderá dificultar o diagnóstico futuramente.

No caso das refeições servidas nos aviões, como devo proceder?
A maioria das companhias aéreas possui cardápio de dieta sem glúten. Basta reservar com antecedência (no ato da reserva do vôo).

O paciente celíaco é tipicamente emagrecido?
Não necessariamente. Devido ao distúrbio de absorção intestinal,  a maioria dos indivíduos acometidos estão abaixo do peso, porém cerca de 30% estão com sobrepeso, provavelmente devido à elevada ingestão calórica.

O que acontecerá se eu desistir da dieta e comer livremente?
Em estudo feito com pacientes celíacos adultos que haviam sido diagnosticados na infância ou adolescência e que não seguiram a dieta sem glúten, descobriu-se que 80% tinha algum déficit nutricional (anemia, hipocalcemia, hipovitaminose) e cerca de 50% tinha algum grau de fragilidade óssea (osteopenia ou osteoporose).

Estou seguindo a dieta sem glúten há 2 anos e ainda não vi melhora clínica ou laboratorial.  O que está acontecendo?
Primeiramente, deve-se analisar detalhadamente a dieta do paciente à procura de erro dietético ou de contaminação inadvertida com glúten. A segunda etapa é a revisão do diagnóstico incluindo a pesquisa do gene HLA-DQ2 ( 90-95% dos celíacos apresentam esse gene). No caso de pesquisa negativa, pode-se questionar o diagnóstico.

Porque a Doença Celíaca é tão pouco conhecida?
Embora  a DC seja  muito antiga, tinha-se pouco conhecimento científico a seu respeito até algumas décadas atrás. Primeiramente, descobriu-se que a doença era uma reação ao trigo, depois foi identificada sua característica imunológica e, finalmente sua predisposição genética. A classificação microscópica da doença (Marsh) foi instituída em 1992. A descoberta de seus anticorpos foi ainda mais recente.
Além disso, a doença não tem um sintoma característico. Muitas vezes são sintomas discretos  ou alterações laboratoriais inespecíficas. Se não houver forte suspeita do médico para pedir os exames adequados o diagnóstico torna-se difícil.

Autoria: Dr Hugo de Lacerda Werneck Junior
Av Indianópolis, 2321 - São Paulo  SP
Tel: 11-5078-7776   11-2275-7690    11-2275-2101

Fonte: http://www.riosemgluten.com/perguntas_frequentes.htm


segunda-feira, 6 de abril de 2015

Páscoa Feliz e Sem Glúten...

Tudo feito com muito amor...
Ovo Bolo Floresta Negra e Ovos de Colher recheados com brigadeiro, bicho de pé e brigadeiro branco...
Parece que aprovaram...



Fotos: Beatriz Martins

Batata Gratinada sem glúten

Foto:Beatriz Martins
Ingredientes
- 4 batatas grandes descascadas e cozidas em água e sal
- 300 gramas de presunto ou apresuntado picadinho
- 300 gramas de muzzarela ralada
- margarina para untar
- 1/2 copo de requeijão
- 1/2 lata de creme de leite
- 1/2 lata de leite
- 2 colheres (sopa) de amido de milho
- sal, pimenta e orégano a gosto

Modo de Fazer
Unte um refratário com a margarina e acomode as batatas cozidas. Passe um pouco de margarina sobre as batatas e depois cubra primeiro com o presunto e depois com a muzzarela. Reserve.
Bata o requeijão, o creme de leite, o leite, o amido e os temperos no liquidificador. Despeje sobre as batatas e leve ao forno quente (200°C) por aproximadamente 30 minutos para gratinar.
Delicioso.... 

quinta-feira, 2 de abril de 2015

Torta de bacalhau e azeitona sem glúten


Ingredientes
- 4 ovos
- 1 xícara (chá) de leite
- 1/2 xícara (chá) de óleo
- 1/4 de xícara (chá) de queijo parmesão ralado
- 1 colher (chá) de sal
- 1/2 colher (chá) de CMC (opcional)
- 2 xícaras (chá) de farinha de arroz
- 2 colheres (sopa) de amido de milho
- 1 colher (sopa) de fermento em pó

Recheio
- 3 colheres (sopa) de azeite
- 3 dentes de alho picados
- 1 cebola picada
- 1/2 pimentão vermelho picado
- 1/2 xícara (chá) de azeitonas pretas picadas
- 500 g de bacalhau dessalgado e desfiado
- Salsa picada a gosto

Modo de preparo
No liquidificador, bata os ovos, o leite, o óleo, o queijo parmesão, o sal, o CMC e o amido de milho. Misture, em uma tigela, a farinha de arroz com o fermento em pó e acrescente a mistura do liquidificador. Mexa bem até ficar uma massa uniforme. Reserve.

Recheio
Em uma panela, aqueça o azeite, doure a cebola e o alho. Junte o pimentão, as azeitonas, o bacalhau e a salsa. Misture bem e deixe esfriar. Em uma fôrma untada, coloque metade da massa, o recheio e cubra com o restante da massa. Asse no forno preaquecido a 200ºC durante 35 minutos ou até dourar.

Dica: Para uma receita mais econômica, substitua o bacalhau por 3 latas de atum.

Adaptação do site:

sexta-feira, 13 de março de 2015

Bolo Maraschino sem glúten

Foto: Beatriz Martins
Ingredientes
Massa
- 3 ovos
- 1/2 xícara (chá) de óleo
- 1 xícara (chá) de açúcar
- 1 xícara (chá) de calda de cereja ao maraschino
- 1 xícara (chá) de água
- 1 colher (sopa) de amido de milho
-1 colher (chá) de CMC
- 200 g de farinha de arroz
- 1 colher (sopa) de fermento em pó químico

Recheio e Cobertura
- 1 caixinha de chantilly Amélia ou Hulalá
- 1 lata de creme de leite sem soro
- 3 colheres (sopa) de chocolate em pó
- cerejas picadas a gosto

Modo de Fazer
Massa
Bata bem, no liquidificador, os ovos, o óleo e o açúcar. Sem parar de bater, acrescente a calda , a água, o amido e o CMC. Bata bem até ficar cremoso. Reserve. Misture a farinha de arroz e o fermento em uma tigela e acrescente a mistura do liquidificador misturando bem. leve para assar em forno pré-aquecido (200°C) por aproximadamente 30 minutos. Desenforme depois de frio.

Recheio e Cobertura 
Bata o chantilly de acordo com a embalagem e reserve.
Misture o creme de leite sem soro com o chocolate e leve ao fogo até incorporar bem. Este é o falso ganache.

Montagem
Corte o bolo em fatias e forre o fundo de um refratário. Se quiser pode molhar com um pouco de calda de cereja diluída em água. Espalhe o falso ganache por cima, espalhe as cerejas picadas e por cima metade do chantilly. Faça outra camada de bolo, molhe se quiser, e cubra com o restante do chantilly. Decore a gosto.

Fica tão bom que quase não deu tempo de tirar a foto...


sábado, 31 de janeiro de 2015

Bolo de milho cremoso sem glúten



Bolo de milho cremoso, saboroso demais, recomendo!

INGREDIENTES:
- 3 ovos inteiros
- 1 lata de milho verde (escorrida a água)
- 1 lata de leite condensado
- 100 g. de coco ralado
- 1 colher de sopa de margarina
- 1 colher de sopa de fermento

MODO DE PREPARO
Bater todos os ingredientes no liquidificador por 4 minutos. Dispor em uma forma média de bolo inglês previamente untada e enfarinhada (usei uma forma com anel no meio). Assar em forno médio. Preaquecido por 30 minutos. Este bolo fica úmido porque não leva farinha
Fonte:
 http://www.cozinhasitatiaia.com.br/blogitatiaia/bolo-cremoso-de-milho-de-liquidificador/

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Prestígio de forno sem glúten

 Foto: Chef Wellington
TEMPO DE PREPARO 
30 minutos 
RENDIMENTO 
12 porções 
Ingredientes:
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de creme de leite
- 900g de coco ralado
- 1 colher (sopa) de açúcar
- 1 xícara (chá) de leite bem fervido
- 1/2 xícara (chá) de amido de milho
- 400g de chocolate meio amargo sem glúten

MODO DE PREPARO
– Bata todos os ingredientes, menos o chocolate, no liquidificador, ponha em uma forma. Leve ao forno por 10 minutos. Retire e espere esfriar por 30 minutos. Recorte em retângulos.
– Coloque o chocolate no microondas por 1,5 min. Misture bem para ficar cremoso. – Passe pedaços da cocada no chocolate e deixe sobre papel manteiga para esfriar.
http://blogs.ne10.uol.com.br/horadacozinha/2014/11/05/que-tal-prestigio-de-forno-para-sobremesa/