sexta-feira, 8 de abril de 2011

Brigadeiro Maracujá de Colher

Ingredientes:

- 2 latas de leite condensado;
- ½ xícara (chá) de suco de maracujá concentrado;
- 2 colheres (sopa) de manteiga;
- ½ lata de creme de leite.

Modo de fazer:

Em uma panela misture o leite condensado, o suco de maracujá e a manteiga. Leve ao fogo brando, mexendo sem parar até começar a soltar do fundo da panela. Desligue o fogo e misture o creme de leite. Distribua em copinhos e decore com polpa de maracujá e raspas de chocolate branco.

quinta-feira, 7 de abril de 2011

Mousse de Chocolate e Maracujá


Ingredientes do Mousse de Maracujá:
- 1 lata de leite condensado
 - 1 lata de creme de leite com soro
- suco de maracujá concentrado (quantidade a gosto)

Modo de Fazer:
Leve todos os ingredientes ao liquidificador e deixe bater por 2 minutos.
Coloque num pirex e leve à geladeira para endurecer, enquanto é feito o mousse de chocolate.

Ingredientes do Mousse de Chocolate:
-
200 gramas de chocolate meio amargo (sem glúten - olhar no rótulo)
- 1 pacote de chantineve
- 100 ml de leite
- 1 lata de creme de leite com soro
- raspas de chocolate para enfeitar (opcional)
- cerejas para enfeitar (opcional)

Modo de Fazer:
Pique o chocolate e leve-o para derreter em microondas (1 minuto e meio na potência média-baixa) ou banho-maria. Reserve.
Bata o chantineve com 100 ml de leite gelado. Quando estiver pronto, acrescente o creme de leite com soro.
Junte o chocolate já morno à essa mistura, e mexa até ficar homogêneo.
Delicadamente, coloque o mousse de chocolate sobre o mousse de maracujá.
Enfeite com raspas de chocolate e cerejas.
Fonte: Vivendo sem glúten.blogspot.com

terça-feira, 5 de abril de 2011

OLHO DE SOGRA


Ingredientes
1 lata de leite condensado
1 pacote de coco seco ralado (100g)
1 xícara (chá) de açúcar
2 gemas
500 g de ameixa preta seca sem caroço
manteiga para untar
açúcar cristal para passar os docinhos

Modo de Preparo
Em uma panela, misture o leite condensado com o coco, o açúcar e as gemas. Junte meia xícara (chá) de água e misture bem. Leve ao fogo, mexendo sempre, até se desprender do fundo da panela (que corresponde a cerca de 10 minutos). Retire do fogo, passe para um prato untado com manteiga e deixe esfriar. Hidrate as ameixas em água quente por cerca de 5 minutos. Escorra as ameixas, corte-as ao meio, sem separar as duas metades. Unte as mãos e enrole o docinho de coco. Passe no açúcar cristal e recheie as ameixas. Coloque em forminhas de papel.

Dica:
- Se preferir substitua o coco seco por uma xícara e meia (de chá) de coco fresco ralado.

Rendimento: 40 unidades
Tempo de Preparo: 30 min.

CAJUZINHO

Ingredientes
- 1 lata de leite condensado
- 1 colher (sopa) de manteiga
- 1 xícara (chá) de amendoim sem pele torrado e moído
- 1 xícara (chá) de açúcar cristal
- 30 amendoins inteiros para decorar
- manteiga para untar

Modo de Preparo
Em uma panela, coloque o leite condensado, a manteiga e o amendoim torrado e moído. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre, até desprender do fundo da panela (cerca de 10 minutos). Retire do fogo, passe para um prato untado com manteiga e deixe esfriar. Enrole em formato de cajuzinho e passe pelo açúcar cristal. Enfeite a ponta de cada docinho com um amendoim e coloque-os em forminhas de papel.

Congelamento:
Se desejar, congele os docinhos já prontos, embalados e etiquetados, em freezer ou duplex por até 3 meses. Para descongelar, deixe os docinhos por cerca de 1 hora em temperatura ambiente. Não abra a embalagem durante este período para evitar que os docinhos suem e molhem as forminhas.

Dicas:
Ao torrar o amendoim, tenha o cuidado de não deixá-lo ficar muito escuro.

Microondas:
Em um recipiente refratário com bordas altas, misture o leite condensado, a manteiga e o amendoim. Leve ao microondas por cerca de 3 minutos na potência alta. Deixe por mais 1 minuto e 30 segundos na potência média alta. Retire do microondas, misture muito bem e passe para um prato untado com manteiga. É importante que o recipiente refratário tenha bordas altas para que, durante a fervura, não escorra no forno.

Rendimento: 30 docinhos
Tempo de Preparo: 30 min.

DOCINHO DE LEITE NINHO


Ingredientes
- 1 lata de Leite NINHO
- 1 medida (da lata) de açúcar de confeiteiro
- 1 vidro de leite de coco
- açúcar cristal para decorar

Modo de Preparo
Misture o Leite NINHO e o açúcar de confeiteiro. Aos poucos, vá juntando o leite de coco, até obter uma massa. Forme os docinhos com pequenas porções de massa e passe-as no açúcar cristal.

Rendimento: 50 unidades
Tempo de Preparo: 20 min.


BRIGADEIRO


Ingredientes
- 1 lata de leite condensado
- 3 colheres (sopa) de Chocolate sem glúten

- 1 colher (sopa) de manteiga
- 1 xícara (chá) de chocolate granulado
- manteiga para untar
Modo de Preparo
Em uma panela, coloque o leite condensado, o Chocolate em Pó e a manteiga. Misture bem e leve ao fogo baixo, mexendo sempre até desprender do fundo da panela (cerca de 10 minutos). Retire do fogo, passe para um prato untado com manteiga e deixe esfriar. Enrole em bolinhas e passe pelo chocolate granulado. Coloque em forminhas de papel.


Congelamento:
Se desejar, congele os docinhos já prontos, embalados e etiquetados, em freezer ou duplex por até 3 meses. Para descongelar, deixe os docinhos por cerca de 1 hora em temperatura ambiente. Não abra a embalagem durante este período para evitar que os docinhos suem e molhem as forminhas.

Dicas:
Recheie o brigadeiro com cerejas
Usando um vidro de cerejas (50g), abra porções da massa na palma da mão, coloque meia cereja no meio e enrole. Passe pelo chocolate granulado e coloque em forminhas de papel.


Microondas:
Em um recipiente refratário com bordas altas, misture o leite condensado, o Chocolate em Pó e a manteiga. Leve ao microondas por cerca de 3 minutos na potência alta. Deixe por mais 4 minutos na potência média alta. Retire do microondas, misture muito bem e passe para um prato untado com manteiga. É importante que o recipiente refratário tenha bordas altas para que, durante a fervura, não escorra no forno.

Rendimento: 40 brigadeiros
Tempo de Preparo: 30 min.

BEIJINHO DE COCO


Ingredientes

- 1 lata de leite condensado

- 1 colher (sopa) de manteiga

- 4 colheres (sopa) de coco seco ralado

- coco seco ralado para passar os docinhos
- 40 cravos da índia para decorar
- manteiga para untar



Modo de Preparo
Em uma panela, coloque o leite condensado e a manteiga. Leve ao fogo baixo, mexendo sempre até desprender do fundo da panela. Retire do fogo, misture o coco, coloque em um prato untado com manteiga e deixe esfriar. Enrole os docinhos, passe pelo coco ralado e decore-os com um cravo. Coloque em forminhas de papel.

Congelamento:
Se desejar, congele os docinhos já prontos, embalados e etiquetados, em freezer ou duplex por até 3 meses. Para descongelar, deixe os docinhos por cerca de 1 hora em temperatura ambiente. Não abra a embalagem durante este período para evitar que os docinhos suem e molhem as forminhas.


Dicas:

Se quiser fazer carinhas de urso, molde uma orelha de cada lado do docinho, faça os olhos com confeito prateado e, para o focinho, use um cravo-da-índia.


Microondas:

Em um recipiente refratário com bordas altas, misture o leite condensado e a manteiga. Leve ao microondas por cerca de 3 minutos na potência alta. Deixe por mais 3 minutos na potência média alta. Retire do microondas, misture o coco ralado e passe para um prato untado com manteiga. É importante que o recipiente refratário tenha bordas altas para que, durante a fervura, não escorra no forno.



Rendimento: 40 docinhos

Tempo de Preparo: 30 min.


segunda-feira, 4 de abril de 2011

Mulheres que tiraram o glúten da dieta dizem ter vencido dores de cabeça crônicas

04/04/2011 - 07h00

Por Cristina Almeida
Do UOL Ciência e Saúde
Marinella Dolci, empresária italiana que vive em Rimini, tinha vários problemas de saúde – dificuldade para manter o peso, cefaleias constantes e muita coceira pelo corpo. Como os sintomas não eram excessivos, ela nunca lhes deu muita importância. Após consultar um especialista, submeteu-se a uma série de exames. Foi assim que  descobriu que tinha doença celíaca.
“Sob os cuidados de uma nutricionista, iniciei a dieta sem esse nutriente. Como tive um diagnóstico de osteoporose, a suplementação de cálcio foi necessária. Hoje, me alimento mais e melhor, não me sinto inchada, nem tenho dor de cabeça. Além disso, engordei alguns quilos e ainda me sinto mais calma”, relata Dolci.
A melhora geral na saúde após a eliminação do glúten da dieta também é relatada por Patricia Collese, corretora de seguros. Ela conta que, desde os 13 anos, sofria de dores de cabeça, as quais foram  aumentando ao longo da juventude, até se tornarem insuportáveis na idade adulta. Quando atacavam, tinham duração de quatro a cinco dias. Collese procurou vários médicos, e até um dentista, sem sucesso.
“Somente quando mudei minha dieta é que a enxaqueca ficou sob controle", conta. Primeiro, ela eliminou o leite do cardápio. Após 4 meses, tinha uma crise de dor a cada 30 dias. "Quando suprimi o glúten, substituindo-o por tapioca, fécula de batata etc., ela praticamente desapareceu”, diz. Collese afirma que a dor ainda se manifesta, mas é só porque ela não consegue seguir à risca o regime. Mesmo assim, além de se livrar das dores constantes, ela perdeu 7 quilos. "Penso que, sem o glúten, meu estado geral melhorou 70%”, resume.
O mesmo ocorreu com a neurocientista Suzana Herculano-Houzel,  professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que inicialmente apenas reduziu o consumo de carboidratos para ser solidária ao marido, que estava de dieta. “Já tinha lido algo sobre como as pessoas se sentiam bem sem o glúten, e resolvi experimentar. Minha digestão melhorou muito. A barriga não inchava,  e eu não sentia desconforto após as refeições. Comia menos, e a vontade de comer pães, biscoitos, balas e massas sumiu. Perdi 8 quilos com facilidade”, descreve.
Passados nove meses, Herculano-Houzel percebeu que não tinha tirado todo o glúten, e as enxaquecas persistiam. “Deixei de comer, então, os cereais e, após alguns meses, já não tinha dores de cabeça, antes presentes de duas a quatro vezes ao mês”. Agora, ela afirma que pode até tomar café, gatilho certeiro para as antigas enxaquecas. "Por enquanto, é só coincidência”, declara a professora.  “Eu precisaria voltar a comer glúten para ver se o sintoma volta, mas quem sofre dessa dor vai entender porque não estou disposta a fazer o teste."

Intolerância ao glúten pode ser mais comum do que se imagina, dizem especialistas


Por Cristina Almeida
Especial para o UOL Ciência e Saúde

A intolerância ao glúten presente em pães,
massas e biscoitos pode provocar sintomas
como anemia, rinite, sinusite, alterações na pele,
transtornos gastrointestinais,
doenças autoimunes, enxaqueca, aumento da gordura
abdominal ou emagrecimento

Na próxima vez em que sentir preguiça de preparar uma refeição com ingredientes frescos e variados, pense duas vezes. O consumo exagerado de pães, massas, lanches e comidas prontas tem sido considerado o gatilho de uma reação orgânica classificada como "alergia alimentar tardia", também conhecida como intolerância, sensibilidade ou alergia escondida. O principal vilão, nesse caso, seria o glúten, uma proteína encontrada no trigo, na cevada e no centeio. A intolerância ao componente pode afetar a saúde e, segundo especialistas, o problema é mais comum do que se imagina.

Os sintomas da sensibilidade ao glúten incluem diarreia ou prisão de ventre, anemia, osteopenia, rinite, sinusite, alterações na pele, doenças autoimunes, enxaqueca, depressão, sensação de inchaço, aumento da gordura abdominal ou emagrecimento, entre outros. 

Segundo os nutricionistas, a retirada dessa proteína da dieta geralmente leva à melhora ou ao desaparecimento dos sinais. “No âmbito da nutrição, já existem vários estudos que comprovam que o abuso do glúten pode prejudicar a saúde como um todo”, explica a nutricionista clínica funcional Denise Madi Carreiro.

Já entre os médicos, a questão é polêmica: evitar o consumo do glúten só se justifica no caso específico da doença celíaca, uma intolerância permanente à proteína que afeta o intestino delgado. “Para diagnosticá-la, é necessário submeter-se a exames específicos”, adverte a médica Vera Lúcia Sdepanian, chefe da disciplina de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Para quem sofre de doença celíaca, o consumo do glúten provoca um ataque do sistema imunológico, que danifica a estrutura da mucosa do intestino delgado, impossibilitando a absorção de nutrientes vitais.

Em 2007, o European Journal of Gastroenterology & Hepatology publicou uma pesquisa dirigida pela médica, onde se observou um grupo de 3.000 doadores de sangue. O resultado mostrou que, em cada 214 pessoas, ao menos uma era portadora da doença celíaca. “Usamos o termo 'ao menos', porque alguns desses doadores não aceitaram fazer a biópsia necessária", conta a médica.

Os dados mostram que a prevalência da patologia é alta na população brasileira. "Partindo dessa premissa, é possível que deixar de consumir glúten possa mesmo trazer benefícios para um grande número de pessoas; mas é preciso ser criterioso e submeter-se a um diagnóstico preciso”, defende.

"Envenenamento progressivo"
O médico Attilio Speciani, especialista em alergia e imunologia e diretor científico do Servizi Medici Associati (SMA), na Itália, explica que existem dados científicos que mostram a estreita relação entre alimentação e inflamações. Cita como exemplo a identificação do BAFF (B Cell Activity Factor), cuja ação inflamatória e imunomoduladora explica por que a alergia alimentar tardia causa sintomas em cascata. “As reações são muitas, e não devem ser desprezadas, pois se assemelham a um envenenamento progressivo e lento”, diz. 

“Na prática, o organismo reconhece o inimigo, fica de olho, procurando limitar seus danos. Se a introdução do alimento persiste, o sistema perde o controle, o processo inflamatório se intensifica, e os sintomas se exacerbam”, acrescenta Speciani.


Epidemia silenciosa
Segundo o gastroenterologista John Cangemi, da Clínica Mayo, nos EUA, estudos indicam que, para cada pessoa diagnosticada, há outras 30 que provavelmente sofrem de doença celíaca e não sabem.

O nutricionista clínico Thomas O'Brian, da Institution for Functional Medicine, também nos EUA, afirma que, em seu país, uma em cada quatro crianças examinadas são celíacas. Quando alguém lhe pergunta se há um sintoma mais evidente, ele costuma usar uma frase de um gastroenterologista pediátrico da Nova Zelândia, Rodney Ford: “O sintoma comum da intolerância ao glúten é estar doente”. Segundo o especialista, em qualquer tipo de doença, essa alergia deve ser considerada.

Para O'Brian, essa hipersensibilidade ao glúten é uma epidemia silenciosa e todas as especialidades médicas deveriam dar maior atenção ao fenômeno. “Há pelo menos treze razões possíveis para o aumento de sua manifestação, mas a causa mais comentada é a modificação dos fenótipos e genótipos das plantas nos últimos 20 anos”.

Na opinião de Carreiro, porém, o problema é resultado da substituição de uma dieta equilibrada por alimentos de fáceis preparo, acesso e consumo. “É claro que eles tendem a ser até mais saborosos, mas o que se vê é realmente um abuso. Pão no café da manhã, massas no almoço e no jantar e, para o lanche, bolachas! Quando o trigo é substituído por outros carboidratos e por tempo determinado, a pessoa reaprende a comer e os benefícios são muitos", diz. Para a nutricionista, não é o caso de declarar guerra ao glúten, nem declará-lo mocinho ou vilão. "O fato é que seu consumo tem sido desenfreado”, finaliza.

A médica Vera Lúcia Sdepanian, chefe da disciplina de gastroenterologia da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), concorda que muita gente pode ter a doença sem ter conhecimento: “Se você se identifica com os sintomas ou sabe de algum conhecido que sinta o mesmo, o melhor a fazer é procurar um especialista que seja capaz de fazer um diagnóstico preciso. E este prevê sorologia para antitransglutominase (IgA) e anticorpo antiendomísio, além de uma biópsia do intestino”.

Leve ou grave
Os gastroenterologistas advertem que a intolerância ao glúten acontece de duas maneiras muito específicas: ou se trata de uma alergia do tipo imediata, e há uma reação imunológica violenta – nesse caso, nem seria necessária a ingestão, bastaria apenas tocar farinha de trigo, miolo de pão – ou é a doença celíaca. “Predisposição genética é um fator envolvido, pode se manifestar em qualquer tempo e idade, mas geralmente já é identificável no primeiro ano de vida”, explica Sdepanian.

Mas O'Brien diz que há uma diferença entre uma intolerância “leve” e a doença celíaca: “Na doença, a sensibilidade ao glúten se manifesta no intestino com total lesão da mucosa intestinal. Já a intolerância se manifesta em qualquer lugar do corpo, incluído o intestino. Por exemplo, a síndrome do intestino irritável sem doença celíaca melhora sensivelmente com uma dieta sem glúten.”

Riscos

O problema do diagnóstico tardio não é o incômodo causado pelos sintomas, que muitas vezes são desprezados. “O risco é que essa constante resposta imunológica pode desencadear doenças autoimunes, terceira causa de mortalidade e deficiência no mundo industrializado”, declara O'Brian. De acordo com o especialista, essas doenças são dez vezes mais comuns entre os celíacos.

Como o diagnóstico é considerado difícil, o conselho médico é procurar profissionais familiarizados com esse tipo de doença. “Com a mesma frequência que ela passa despercebida em muitos exames médicos, os diagnósticos podem ser feitos sem comprovação suficiente. E isso poderia levar à adoção de dietas severas, muitas vezes por razões erradas”, observa Cangemi. “A conduta correta é fazer uma biópsia para confirmar um caso de doença celíaca”, completa.